empreendedorismo feminino

5 cases de empreendedorismo feminino no Brasil 👩

Você sabia que, de acordo com um estudo feito pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil tem a 7ª maior proporção de mulheres entre os empreendedores iniciais? Isso mostra como o empreendedorismo feminino é forte em nosso país.

Segundo a mesma pesquisa, 34% dos negócios criados em nosso país têm mulheres à frente. O número é bastante animador se considerarmos que, durante anos, os homens sempre estiveram mais presentes no mundo empresarial.

Continue a leitura!

Conheça 5 cases de empreendedorismo feminino no Brasil e se inspire

Para que você possa se inspirar, reunimos aqui algumas interessantes histórias do empreendedorismo feminino. Vamos apresentar mulheres incríveis, que hoje se destacam no mercado com os seus negócios. 

Ficou curioso? Então, saiba mais a seguir.

1. Cristina Junqueira

Cristina Junqueira é bacharel e mestre em Engenharia e trabalhou por anos com consultoria estratégica em bancos. A experiência acumulada nesse mercado fez com que ela tivesse a ideia de iniciar uma startup financeira, com o objetivo de facilitar a relação das pessoas com as instituições bancárias.

Em sociedade com David Vélez e Edward Wible, Cristina criou, em 2013, o Nubank. O banco digital funciona hoje como um serviço de conta bancária, plataforma de investimentos e cartão de crédito.

O sucesso de Cristina é um case interessante de empreendedorismo feminino. Tanto que ela foi a primeira mulher a aparecer visivelmente grávida na capa de uma revista brasileira de negócios.

Em 2020, às vésperas de dar à luz a sua segunda filha, Cristina foi reconhecida pela revista Forbes como uma das mulheres mais poderosas do Brasil.

2. Daniela Gábriél

Formada em Publicidade e Propaganda, Daniela Gábriél pensava em seguir carreira trabalhando em agências de marketing e comunicação. Porém, percebeu dificuldade em conquistar bons cargos nesse universo, encarando preconceitos por ser mulher e negra.

Como sempre gostou de moda, Daniela resolveu usar os seus conhecimentos em marketing para empreender nessa área. Surgiu assim a Dume, empresa que fomenta negócios sustentáveis no mercado fashion.

O case de empreendedorismo feminino de Daniela Gábriél é interessante por destacar uma inquietação pessoal. Ela se viu com dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e resolveu focar a sua energia em criar um negócio.

Seu desejo era ter uma empresa em que as regras são ditadas de acordo com o que ela acredita.

3. Nath Finanças

Nathália Rodrigues, mais conhecida como Nath Finanças, é uma jovem negra e fluminense, graduada em Administração. Ela ficou conhecida ao criar um canal no YouTube com dicas de educação financeira para pessoas de baixa renda.

Nath acredita que a educação financeira deve ser algo acessível a todos e não encontrava na internet conteúdos que ensinassem as pessoas a poupar e investir de acordo com a sua realidade. Foi assim que ela começou a desenvolver conteúdo e se tornou conhecida.

O sucesso foi tanto que atualmente a Nath Finanças se tornou uma grande empresa voltada para a produção de conteúdo sobre educação financeira. 

A jovem empreendedora produz conteúdos para o YouTube, tem um podcast, um blog e redes sociais sempre atualizadas. Recentemente, lançou o seu primeiro livro, em que dá dicas práticas sobre como economizar ganhando um salário mínimo.

É claro que ela não dá conta de fazer isso tudo sozinha! Por isso, já conta com uma equipe de colaboradores das áreas da comunicação e das finanças que a ajudam em todo esse processo. 

4. Maria José de Lima Freitas

Outro case de empreendedorismo feminino interessante é o da Maria José de Lima Freitas, ou simplesmente Mazé, como é conhecida. Ela trabalhava como faxineira em um banco e foi demitida.

Depois de passar mais de um ano procurando emprego e não conseguir nenhuma vaga, teve uma ideia para ganhar dinheiro e se sustentar. Ela fez um doce de amendoim, que era uma receita de família, e saiu para vender na rua. Apesar de ser pouco motivada pela família, acreditou que teria sucesso nessa empreitada.

O doce de Mazé fez sucesso e ela começou a usar parte do dinheiro que recebia nas vendas para aprimorar a receita e se qualificar como confeiteira. Com o passar do tempo, colocou pessoas para vender o quitute para ela.

Em 2006, construiu a sua primeira fábrica de doces e, no ano seguinte, sua primeira loja, a Mazé Doces, localizada na cidade de Carmópolis, em Minas Gerais.

Atualmente, a Mazé Doces é uma fábrica reconhecida e produz mais de cinco toneladas de doces por mês, encontrados em diversos estados da região sudeste do país.

5. Danyelle Van Straten

Fundadora da rede de franquias de depilação Depyl Action, Danyelle Van Straten começou a sua história de empreendedorismo feminino ao vender um produto que foi criado pela sua mãe, uma cera com mel e própolis.

Após passar mais de 10 anos vendendo o produto na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Danyelle apostou na ideia de criar um espaço onde a depilação pudesse ser realizada. Surgiu assim a primeira Depyl Action, em Brasília.

Hoje, a Depyl Action é a maior referência do país no ramo. Ao todo, são mais de 100 franquias espalhadas em todos os estados do Brasil e até mesmo no exterior.

Gostou dos nossos cases de empreendedorismo feminino no Brasil? São histórias bem inspiradoras, não é mesmo? Temos a certeza que pelo menos uma delas motivou você.

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